quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Chapter 5: A little Spark of Hope

Imagina que você está cavando um buraco, e você vai indo cada vez mais e mais fundo?

Esse buraco escuro, úmido e fedorento, muitas vezes se chama vida.

Imagina você se ver diante da oportunidade dos seus sonhos, sua empresa!
Uma placa com o seu nome na porta de uma loja. A sua marca circulando pelas ruas.... que delícia, né?
Imagina ainda, esta na companhia de uma pessoa, que você tem a certeza de que vai ser a pessoa perfeita pra criar seus filhos?

Então, lembra do buraco?

A empresa não abriu, a placa nunca existiu e tampouco a marca.
A pessoa que você ama, por motivos extraordinários não pode estar com você.


é, amigo.... aí está você..... soterrado vivo em uma voca profunda, escura e úmida........ essa é sua vida.

Tem pessoas batendo na sua porta querendo o seu pescoço, ou seja, está inteiramente soterrado nesse buraco fedido.

É nessa hora que você tem duas escolhas.

1. Espera a morte chegar.
2. Procura outro caminho

Agora te digo: Qual é a saída do fundo do poço?

Por cima, meu caro... não tem jeito.

Sinceramente, eu, muitas vezes, me sinto como um guerreiro digno de Esparta.
E quem acorda no meio da madrugada, enfrenta chuva, ônibus cheio. Um emprego que não gosta, apenas para pagar seus estudos, ou até mesmo, aquela cervejinha de sexta-feira, pra ganhar aquela mixaria no final do mês. É digno de um Acquilles.

Sim, senhor, o senhor, ou senhora, são guerreiros. Que estão lutando no meio da escuridão, da chuva..... e as vezes se imaginam se essa guerra vai cessar...... se vai amanhecer, ou simplesmente, se vocês vão sobreviver para ver o alvorecer.

Amigo, não importao quão escuro a noite pode ser. Vai amanhecer. É a lei de Deus. Confie na lei que ele criou e tudo ficará bem.

Quando estiver tudo tão escuro, a ponto de você não conseguir enxergar nada, tenha calma. Feche os olhos. E pense. Pense em Deus e peça por favor, que lhe envie uma luz. E você vai ver uma luzinha bem fraquinha, bem branquinha...... quase imperceptível. Essa luzinha insignificante, se chama...


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